O temporal junto com vendaval que atingiu a região em janeiro deixou marcas até hoje. O fato de várias árvores serem arrancadas do solo, quebrando calçadas e muros não foi um caso isolado e não totalmente dedicado a força do vento. Foram ao todo 595 árvores tombadas. Na Olaf Palm, no Rio Centro, todas as árvores caíram num efeito dominó.
Mas para especialistas o vento de 110 km não foram os únicos culpados. O arquiteto e urbanista Luiz Fernando Janot disse em reportagem ao Globo que os cortes dos galhos que são feitos hoje estão com métodos completamente errados, o que segundo ele, interfere na sustentação das árvores:
__”Ok. Essa tempestade foi anômala, mas se a causa fosse somente o vento todas as outras deveriam cair. A Light e a Comlurb vivem cortando os galhos para protegerem a fiação. Isso as deixa irregulares.
Já o professor Cristóvão Duarte(UFRJ) acrescenta que o atraso na implantação do Plano Diretor de Arborização Urbana, aprovado em 2016 também corrobora já que as podas não são realizadas pela Fundação Parques e Jardins, especializada na área:
__”Eles cortam raízes e bloqueiam a gola que é a área permeável em torno do caule, assim, o cimento da calçada toca no caule enfraquecendo





