Escola, rua natividade, Barra Bali…

Matérias - fevereiro de 2016

Boa tarde
Sou morador do barra bali
Vi a reportagem de 2014
http://m.oglobo.globo.com/rio/bairros/moradores-do-barra-bali-negociam-com-prefeitura-concessao-do-habite-se-14856131
Gostaria que o jornal do recreio perguntasse ao subprefeito sobre a escola que falta.

Resposta do subprefeito Alex Costa – 

A questão da escola é longa. No licenciamento da obra, a Prefeitura pediu como contrapartida pelo empreendimento a construção de uma escola. No meio da obra, a empresa faliu e não terminou os últimos prédios e nem a escola. Daí os prédios ficaram sem habite-se. Agora, recentemente, após intermediação do subprefeito Alex Costa, os moradores pagaram à Prefeitura um valor (que seria o valor para terminar as obras da escola) e alguns prédios que depositaram essa quantia já conseguiram o habite-se. Agora a Prefeitura vai avaliar se ainda há necessidade da construção de uma escola naquele local e que destino dará ao esqueleto. Enquanto isso tem feito visitas periódicas ao local para evitar invasão e para evitar focos de mosquitos.

 

Boa tarde, gostaria de solicitar para a rua natividade em frente a estacao salvador allende o asfalto.esta cedendo, aparecendo buracos no final da rua possui esgoto a ceu aberto, a mesma rua nao.possui calcadas as arvores nao sao podadas um descaso para uma area onde o iptu e tao caro… a rua esta horrivel..

Resposta do subprefeito

Estamos cientes da situação da Rua Natividade e já pediu obras para o local. Aguardamos um cronograma, ainda sem data prevista.

Boa tarde
Sou morador do Barra Bali
Vi a reportagem de 2014

http://m.oglobo.globo.com/rio/bairros/moradores-do-barra-bali-negociam-com-prefeitura-concessao-do-habite-se-14856131

Gostaria que o Jornal do Recreio perguntasse ao subprefeito sobre a escola que falta. Pelo whats app 21 98113-0897
Resposta do subprefeito Alex Costa –
A questão da escola é longa. No licenciamento da obra, a Prefeitura pediu como contrapartida pelo empreendimento a construção de uma escola. No meio da obra, empresa faliu e não terminou os últimos prédios e nem a escola. Daí os prédios ficaram sem habite-se. Agora, recentemente, após intermediação minha, os moradores pagaram à Prefeitura um valor (que seria o valor para terminar as obras da escola) e alguns prédios que depositaram essa quantia já conseguiram o habite-se. Agora a Prefeitura vai avaliar se ainda há necessidade da construção de uma escola naquele local e que destino dará ao esqueleto. Enquanto isso tem feito visitas periódicas ao local para evitar invasões.

Escuridão
Gostaria de agradecer a atenção da subprefeitura da Barra em solucionar o problema relatado por mim a respeito da falta de energia em três postes da Avenida das Américas, desde o ano passado, no entorno do Bosque Bar

ra Sul. A Rioluz cumpriu o prometido e, na terça-feira, dia 2 de fevereiro, restabeleceu a iluminação reativando a iluminação em sua totalidade. Sandra Bastos

Resposta do subprefeito Alex Costa –

Agradecemos o elogio e fico satisfeito em saber que o serviço da Rioluz funciona. Qualquer cidadão pode e deve comunicar quando encontrar um poste apagado, porque não podemos estar em todos os locais. Basta ligar 1746 e fazer o registro do local, de preferência com nome completo da rua e número.

 

Prezado Subprefeito Alex:

 

SUGESTÃO: Em função da proliferação de mosquitos, a Prefeitura deveria agir de forma mais determinada contra a grande quantidade de terrenos abandonados no Recreio dos Bandeirantes, com acumulo de lixo e crescimento excessivo de mato, possibilitando situações favoráveis ao aumento de pragas.

Os proprietários deveriam ser intimados a manter estes terrenos limpos, sob pena de pesadas multas diárias.

Em caso de não pagamento destas multas, os terrenos deveriam ir a leilão para que estas situações sejam solucionadas e o Município ressarcido dos prejuízos acarretados.

A postura da Prefeitura tem sido muito passiva, mesmo quando alertada pelo 1746.

As reclamações são “fechadas sem possibilidade de atendimento”, com respostas do tipo:

“Terreno com mato muito alto impossibilitando a entrada dos agentes.”

“Condições impeditivas à realização do serviço”

É necessário adotar procedimento focando a solução e não só responder a solicitação.

Grato pela atenção.

Marco G. Crespin

Cel.: (21)98801-0622

marcocrespin@oi.com.br

marcog6548@gmail.com

Resposta – A Prefeitura age de forma determinada. Desde 2011, após o decreto municipal nº 34.377, é feito o ingresso compulsório em imóveis fechados ou abandonados. Em 2015, os agentes de vigilância ambiental fizeram 1.146 notificações em imóveis que estavam fechados na primeira visita, com 95 publicações em Diário Oficial para entrada compulsória. A grande maioria dos proprietários procurou a Secretaria Municipal de Saúde, após a notificação ou dentro do prazo estipulado no DO, abrindo o local para permitir a vistoria. Em 61 imóveis, no entanto, os agentes precisaram fazer a entrada compulsória permitida pelo decreto.

A SMS conta com mais de 3 mil agentes de vigilância ambiental em saúde. As equipes estão diariamente em campo em toda a cidade, durante todo o ano, mesmo nos meses de menor presença do Aedes aegypti. Em 2015, foram feitas ao todo 10,075 milhões de visitas de inspeção a imóveis em toda a cidade em busca de possíveis focos do vetor, eliminando 1,069 milhão de depósitos e tratando outros 3,286 milhões.

 

Prezado Alex

Sou usuária, assim como diversar pessoas da localidade,  da antiga calçada do Canal do Rio Morto que faz pouco tempo recebeu uma ciclovia paralela por uma grande extensão. Essa ciclovia não chegou até o final da Av. por conta de uma pedra no final do caminho, perto do Camping/praia. Consegui entender a dificuldade da conclusão da obra por conta da pedra mas continuavamos usando a nova ciclovia e no final desta passavamos para a antiga calçada para chegar a praia, sem grandes problemas. Mas o que não dá para entender é o motivo pelo qual retiraram o asfalto da velha calçada e a deixaram abandonada.  O asfalto todo foi retirado e jogado do outro lado no final do Canal perto da ponte para a Prainha e lá ficou para sempre. Um lixão. Acredito que haja planos futuros para esse duvidoso e misterioso procedimento e gostaria de saber quais são eles.  Ou que me diga qual foi a finalidade de retirar o asfalto de uma precária “calçada”/ciclovia,  e prejudicar àqueles que a usam com finalidades diversas. Passe por lá para confirmar.

Aproveitando. Há planos, no seu mandato, de tornar a Estrada Vereador Alceu de Carvalho uma via segura até as Olimpiadas, pelo menos? A iluminação é péssima, cheia de buracos, muito estreita e sem sinalização no asfalto mesmo sendo  uma das vias principais ao acesso as melhores praias do Rio de Janeiro como Prainha e Grumari.

Agradeço a atenção e aguardo.
Alex Costa
Elizabeth Barros

Resposta – Elizabeth, houve um atraso na entrega da primeira etapa da ciclovia, mas será reposto o asfalto e terminado esse trecho da ciclovia até a praia do Pontal, sim. Também está no cronograma de obras da Prefeitura melhorar a acessibilidade da Estrada Vereador Alceu de Carvalho, com melhoria da iluminação, mas essa obra ainda não tem data para ser executada. 


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