O volume ou intensidade dos sons é medido por unidades chamadas decibéis (dB) e através de exames, como a audiometria, é possível verificar a perda auditiva em decibéis, identificando o grau de surdez do paciente.
Os parcialmente surdos” apresentam surdez de leve a profunda, sendo assim, existem diferentes tipos de surdez.

O uso da aparelho auditivo não é, necessariamente, indicativo de que a pessoa é surda.
As duas principais causas desse sintoma são o envelhecimento e altos ruídos.
A surdez leve apresenta uma perda auditiva de até 40 dB, impedindo a percepção perfeita de todos os fonemas da palavra, mas não impede a aquisição normal da linguagem. Pode, no entanto, causar algum problema articulatório ou dificuldade na leitura e/ou escrita.
A surdez moderada apresenta perda auditiva entre 40 e 70 dB. Esses limites se encontram no nível da percepção da palavra, sendo necessário uma voz de certa intensidade para que seja claramente percebida.
Há ainda o grupo dos que abrange os indivíduos com surdez severa e os com surdez profunda. A surdez severa apresenta uma perda auditiva entre 70 e 90 dB.
O indivíduo com surdez profunda apresenta perda auditiva superior a 90 dB.
É fundamental a avaliação de um especialista assim que as dificuldade para ouvir forem constatadas a fim de identificar o tipo e grau da perda auditiva e prescrever o tratamento adequado.
O alto índice de idosos com problemas de audição se deve, principalmente, a mudanças degenerativas naturais do processo de envelhecimento.
E, em muitos casos, o uso de um aparelho auditivo irá minimizar o sintoma e garantir melhor qualidade de vida para o idoso






