A paisagem é deslumbrante. Passar de carro ali é uma experiência renovadora de espírito e fuga do caos cada vez maior no trânsito da região. Mas essa aparência pacata da Lúcio Costa , principalmente, na altura da Praia da Reserva, esconde um lado frio e perigoso com alto índices de acidentes na via e muitas mortes.
Há cerca de dois meses atrás um acidente cinematográfico entre dois veículos e uma moto resultou em mais uma morte.
O ISP (Instituto de Segurança Pública não tem os números exatos da via e a assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros não nos forneceu os dados de atendimento a tempo alegando alta demanda sobre solicitação de dados. Porém, basta entrar no site do ISP para ver que no primeiro trimestre em 2015 a região do 31 Batalhão teve 185 ocorrências de lesão corporal culposa em vítimas de acidentes de trânsito, contra 66 ocorrências em janeiro e fevereiro de 2016. Se fosse para analisar friamente veremos que os números caíram, mas temos menos carros nas ruas também por causa da crise.
Conversando com técnicos da CET-Rio e um soldado do Corpo de Bombeiros revelam que na maioria dos acidentes os condutores estavam em alta velocidade e na maioria a colisão foi frontal. A via não tem iluminação nenhuma no trecho, muito menos no asfalto(olho de gato) e nenhum pardal, que somada a imprudência dos motoristas são as ferramentas necessárias para um acidente grave. Outro dado relevante:
sempre nos fins de semana









