Rotina de acidentes na Reserva

Matérias - abril de 2016

A paisagem é deslumbrante. Passar de carro ali é uma experiência renovadora de espírito e fuga do caos cada vez maior no trânsito da região. Mas essa aparência pacata da Lúcio Costa , principalmente, na altura da Praia da Reserva, esconde um lado frio e perigoso com alto índices de acidentes na via e muitas mortes.
Há cerca de dois meses atrás um acidente cinematográfico entre dois veículos e uma moto resultou em mais uma morte.

 

12705603_1112610702094266_7714600681801984931_n12717267_1310728392286536_1585474779410285811_n12728836_1310728358953206_191717758179186101_n12744529_10153884343837482_8060331122550384918_n12744638_1310728375619871_5778542748395898242_n

O ISP (Instituto de Segurança Pública não tem os números exatos da via e a assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros não nos forneceu os dados de atendimento a tempo alegando alta  demanda sobre solicitação de dados. Porém,  basta  entrar no site do ISP para ver que  no primeiro trimestre em 2015  a região do 31  Batalhão teve 185  ocorrências  de lesão corporal culposa  em vítimas de acidentes de trânsito, contra  66  ocorrências  em janeiro e fevereiro de 2016.  Se fosse para analisar friamente veremos  que os números caíram, mas temos menos carros nas ruas também por causa da crise.
Conversando com técnicos da CET-Rio e um soldado do Corpo de Bombeiros revelam que na maioria dos acidentes os condutores estavam em alta velocidade e na maioria a colisão foi frontal. A via não tem iluminação nenhuma no trecho, muito menos no asfalto(olho de gato) e nenhum pardal, que somada a imprudência dos motoristas são as ferramentas necessárias para um acidente grave. Outro dado relevante:
sempre nos  fins de semana


Publicidade