O bonequinho do Globo bate palmas com entusiamo. O novo filme de Scarlett Johansson é de tirar o fôlego. Em ambos os sentidos. Scarlett Johansson é a Major, uma agente de um grupo anti terrorista que luta contra ameaças não apenas físicas mas digitais, em um futuro no qual grande parte da população possui implantes robóticos e está sujeita a hackers tal qual computadores. A Major de Johansson até lembra muito personagens anteriores — uma mistura de “Lucy” (2014), “Sob a pele” (2013), sua Viúva Negra da Marvel e até “Ela” (2013) — da atriz, mas tem uma linguagem corporal única, que a distingue das demais. A seu lado, o Batou do dinamarquês Pilou Asbæk (“Game of thrones”) tem personalidade suficiente para merecer mais tempo de tela nas inevitáveis continuações, e o chefe da organização, Aramaki, brilha na interpretação do veterano japonês “Beat” Takeshi Kitano (“Zatoichi”).

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