Scarlett surge no Recreio de tirar o fôlego

Matérias - março de 2017

O bonequinho do Globo bate palmas com entusiamo. O novo filme de Scarlett Johansson é de tirar o fôlego. Em ambos os sentidos.  Scarlett Johansson é a Major, uma agente de um grupo anti terrorista que luta contra ameaças não apenas físicas mas digitais, em um futuro no qual grande parte da população possui implantes robóticos e está sujeita a hackers tal qual computadores. A Major de Johansson até lembra muito personagens anteriores — uma mistura de “Lucy” (2014), “Sob a pele” (2013), sua Viúva Negra da Marvel e até “Ela” (2013) — da atriz, mas tem uma linguagem corporal única, que a distingue das demais. A seu lado, o Batou do dinamarquês Pilou Asbæk (“Game of thrones”) tem personalidade suficiente para merecer mais tempo de tela nas inevitáveis continuações, e o chefe da organização, Aramaki, brilha na interpretação do veterano japonês “Beat” Takeshi Kitano (“Zatoichi”).

  maxresdefault (1)<iframe width=”560″ height=”315″ src=”https://www.youtube.com/embed/G4Zj7O83m50″ frameborder=”0″ allowfullscreen></iframe>ghost-in-the-shell-batou
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
Em um mundo pós-2029, é bastante comum o aperfeiçoamento do corpo humano a partir de inserções tecnológicas. O ápice desta evolução é a Major Mira Killian (Scarlett Johansson), que teve seu cérebro transplantado para um corpo inteiramente construído pela Hanka Corporation. Considerada o futuro da empresa, Major logo é inserida no Section 9, um departamento da polícia local. Lá ela passa a combater o crime, sob o comando de Aramaki (Takeshi Kitano) e tendo Batou (Pilou Asbaek) como parceiro. Só que, em meio à investigação sobre o assassinato de executivos da Hanka, ela começa a perceber certas falhas em sua programação que a fazem ter vislumbres do passado quando era inteiramente humana.
Legendado em português
3D
Dublado em português
3D
Legendado em português
Padrão
Dublado em português
Padrão
Legendado em português


Publicidade